sábado, 2 de março de 2013

Escritores da Liberdade


Eu não tenho tido muito tempo nem coragem de assistir a filmes novos apesar de compra-los e baixa-los o tempo todo, mas tenho uma teoria de que o filme, livro ou seja lá o que for me pega na hora que tem que pegar e eu e ele nos encontramos e ficamos juntos até o ápice. Pois é, aconteceu! Nunca bela tarde de domingo estava eu sem esperança alguma de achar algo que valesse alguma coisa e então, pá! Erin Gruwell  era uma professora novata lidando com alunos que não tinham histórias de vida muito floridas a contar, tampouco sorrisos simpáticos para nenhum professor e com ela não seria diferente. Isso me prendeu totalmente, fisgando toda a minha tarde e um pedaço da noite. Pois bem, apesar da resistência Erin foi inspirada com a brilhante ideia de dar-lhes diários para que escrevessem sobre suas vidas cotidianas. Ninguém foi aceitando de primeira, o que era muito esperado. Mas com o bom uso das palavras e deixando-os á vontade, conseguiu.  Um a um foi pegando seu diário e por livre vontade iam deixando-o no armário de Erin para que ela lesse, mesmo sabendo que ela deu-os a escolha de não fazê-lo.
Conquistando-os aos poucos, a partir do que lia ela foi tirando do seu próprio bolso para dar-lhes livros, tendo até de fazer sacrifícios, como arrumar empregos extras, visto que o governo não disponibilizava verba para alunos com maus resultados.  Foi trabalhando com eles passando-lhes até adquirindo um aprendizado riquíssimo, para além de literatura, humanidade...  Erin os ensinou que não importa o quão ferrada sua vida seja, ainda é você que constrói o seu futuro e todos podem se tornar pessoas melhores, pessoas felizes. Ela o ensinou a união, o afeto, construiu com eles um lar, daquela sala de aula...  Sem contar, para os amantes de Anne Frank, que um dos livros com os quais eles trabalham é “O diário de Anne Frank’   ♥♥♥

Litros de lágrimas por mim derramados. Assistam e se não gostarem lhes dou um chocolate pelo tempo gasto, hahaha.





Qualquer pessoa independente do estilo social ou raça pode acender uma luzinha no escuro, e então se tornar herói para alguém.


4 comentários:

  1. Muito bom esse filme, não cheguei a ver todo, mas vi da metade para o fim e gostei muito. Eu sou uma fã enorme da Anne Frank :D

    ResponderExcluir
  2. Não vi o filmes, mas adorei a visão da escritora do blog. Fiquei curioso quero assistir o filme o quanto mais rápido.

    ResponderExcluir
  3. Também não vi ainda, mas como Jailson falou, adorei a visão da escritora e quero muito ver, o enredo me interessou e eu sou uma amante de Anne Frank *-*

    ResponderExcluir